PUBLICIDADE

Anúncio falso contra professores cobrava Pix para liberar benefício inexistente

AGU derrubou golpe digital que usava anúncio falso para atingir professores e cobrar Pix por benefício inexistente. Veja o alerta.

Golpes digitais também aparecem como anúncios patrocinados. A Advocacia-Geral da União informou que derrubou um golpe digital contra professores, veiculado em plataforma de rede social, que direcionava usuários para um site falso. A página captava dados pessoais, como CPF e endereço, e cobrava um pagamento por Pix no valor de R$ 56,04.

O anúncio prometia um benefício inexistente. Ao clicar, o professor era levado a um site com aparência de página oficial, mas criado para obter informações pessoais e receber dinheiro de forma indevida.

A AGU notificou a Meta e a empresa responsável pela hospedagem do site falso. Segundo o órgão, os conteúdos foram removidos dentro do prazo de 72 horas. A AGU também solicitou ao Banco Central o bloqueio das chaves Pix associadas à fraude.

Esse caso mostra um ponto importante: anúncio pago não é garantia de segurança. Criminosos podem impulsionar conteúdo falso para alcançar mais vítimas e dar aparência de legitimidade à fraude.

Como identificar anúncio falso

Desconfie quando o anúncio:

  • promete benefício pouco conhecido;
  • usa nome de órgão público;
  • pede CPF logo no início;
  • cobra taxa por Pix;
  • leva para site fora de domínio oficial;
  • tem urgência para garantir vaga ou valor.

Antes de clicar no anúncio

Procure a informação no site oficial do órgão citado. Veja se a notícia foi publicada em canais confiáveis. Não informe CPF, endereço, telefone ou dados bancários em página aberta por anúncio suspeito.

Se houver cobrança por Pix para liberar benefício, pare. Benefícios públicos não devem depender de taxa paga em link de anúncio.

Anúncio bonito também pode ser golpe. Antes de preencher cadastro, confira a origem.

Leia mais